Vilanoé
Famílias na Vilanoé
Famílias

O que as famílias costumam dizer depois de algumas semanas.

Relatos reais de quem passou pelo corredor — no Programa de Dia, em estadas temporárias e na moradia permanente.

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O que dizem

Relatos de famílias

SC

Sandra Cavalcante

Filha de morador — Natal, RN

Meu pai ficou resistente nos primeiros dias — era de se esperar. Mas na terceira semana ele já esperava a roda de leitura de quarta. O que me surpreendeu mesmo foram os bilhetes: chegam toda sexta com um resumo da semana, detalhado e escrito à mão. Eu nunca precisei ligar para saber se estava tudo bem.

Junho de 2025

RM

Ricardo Medeiros

Neto de moradora — Ponta Negra, RN

Visitei minha avó três vezes na primeira semana, sem avisar. Sempre encontrei a mesma equipe, sempre souberam me contar como ela estava no dia. Isso foi o que precisava ver para ficar tranquilo. O espaço também ajuda — não parece uma instituição, parece uma casa grande e bem cuidada.

Julho de 2025

PO

Paula Oliveira

Filha — Tirol, Natal, RN

Comecei pelo Programa de Dia quando viajei a trabalho por três semanas. Minha mãe tem muita opinião sobre comida e eu estava preocupada. Eles perguntaram tudo na reunião de chegada e respeitaram. Ela voltou duas vezes depois por escolha própria — não pela viagem, mas porque gostou.

Junho de 2025

MA

Marcos Azevedo

Filho de morador — Lagoa Nova, RN

Meu pai é morador permanente há oito meses. O que noto é que a equipe não mudou. As pessoas que conheci na visita são as mesmas que vejo quando apareço. Para ele isso importa muito — não gosta de explicar as coisas de novo para uma pessoa nova toda semana.

Julho de 2025

LF

Lúcia Ferreira

Irmã de moradora — Candelária, RN

Minha irmã precisou de uma estada durante a reforma do apartamento dela. Ficamos preocupadas porque ela é muito apegada à rotina e não se adapta bem a lugares novos. A reunião de chegada ajudou bastante — eles anotaram cada detalhe. No fim, ela ficou menos agitada do que eu imaginava.

Junho de 2025

CN

Carlos Nóbrega

Filho — Petrópolis, Natal, RN

O almoço familiar mensal foi uma surpresa boa. Toda família esperava ficar de fora, mas o convite incluía quem quisesse vir. Sentamos à mesa junto com outros moradores e a equipe. Não tinha protocolo — era um almoço mesmo. Esse tipo de coisa faz diferença na forma como meu pai vê o lugar onde mora.

Julho de 2025

Histórias

Como algumas famílias chegaram até aqui

Do Programa de Dia para a moradia — sem pressa

O que aconteceu

Uma família de Natal procurou a Vilanoé porque a mãe, de 79 anos, passava os dias sozinha em casa enquanto os filhos trabalhavam. Não havia problema de mobilidade — só de solidão e de uma rotina muito vazia.

O caminho escolhido

Começou pelo Programa de Dia, das 08h às 17h, cinco dias por semana. Após quatro meses, a própria moradora sugeriu ficar. A transição para a moradia permanente foi feita ao longo de duas semanas, sem data marcada.

Hoje

Mora na Vilanoé há mais de um ano. Cuida do canteiro de manjericão às sextas. Os filhos a visitam três vezes por semana e recebem a carta mensal. A família diz que foi a decisão mais tranquila do ano.

Estada temporária que passou a integrar o plano anual

O que aconteceu

Um filho que mora fora do Brasil precisava passar dois meses e meio em Natal para resolver questões de inventário. Não queria deixar o pai, de 83 anos, sozinho nesse período.

A solução

Duas estadas de dezoito noites, com intervalo de dois dias entre elas para o filho organizar o apartamento. O pai chegou com a lista de músicas preferidas, que foi entregue à equipe do programa de terça.

Resultado

O pai pediu para repetir a estada no ano seguinte durante as festas de fim de ano, quando os filhos passam por Natal mas a casa fica agitada demais. Hoje é uma constante do calendário familiar.

Moradia permanente com visitas quase diárias

O contexto

Uma moradora de 86 anos chegou à Vilanoé após alguns meses morando com os filhos. O convívio era bom, mas o espaço na casa era pequeno e a rotina noturna da família atrapalhava o sono dela.

O ajuste

Quarto individual com banheiro privativo, refeições no horário que ela escolhia dentro do cardápio do dia, e a filha que mora a cinco quarteirões aparece quase todos os dias entre 16h e 18h.

Como está

Dorme melhor. Participa do grupo de jardim às quartas. Recebe a filha quase todo dia e a família inteira no almoço mensal. A carta mensal que a Vilanoé envia para os filhos passou a ser aguardada com interesse.

Em números

Alguns dados da casa

8+

anos de funcionamento

240+

famílias atendidas

4,8

avaliação média das famílias

100%

das estadas com bilhete enviado no prazo

Credenciais e padrões

Registro em vigor na Vigilância Sanitária Municipal de Natal
Equipe com formação em cuidados com adultos maiores
Instalações com laudo de vistoria de segurança contra incêndio
Cardápio supervisionado por nutricionista

Fale com quem cuida da casa

Telefone

(84) 3208-6471

Endereço

Av. Engenheiro Roberto Freire, 2093
Capim Macio, Natal — RN, 59082-095

Atendimento

Seg–Sex: 07h30–18h
Sábados: 08h–13h

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